Membro do CV é morto após troca de tiros com a polícia durante a Operação Audácia 7 em Porto Velho


Integrante do Comando Vermelho reagiu ao cumprimento de mandados no bairro Cascalheira, foi baleado em confronto com o BPTAR e morreu ao dar entrada no Hospital João Paulo II.

Uma ação da Operação Audácia 7 em Porto Velho terminou com a morte de um suspeito na zona Leste da capital rondoniense. A ofensiva foi desencadeada pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), com apoio do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação ao Crime Organizado (BPTAR), durante o cumprimento de mandados judiciais em uma residência localizada na Rua Antônio Fraga Moreira, no bairro Cascalheira.

Segundo informações apuradas no local, as equipes policiais se deslocaram até o imóvel para dar cumprimento a ordens judiciais expedidas no âmbito de investigações que apuram crimes relacionados ao tráfico de drogas e à atuação de organizações criminosas na capital. No momento em que percebeu a presença policial, o suspeito identificado como Wesley Ramalho Cavalcante, de 27 anos, conhecido pelo apelido de “Onça” e apontado como integrante da facção criminosa Comando Vermelho, reagiu efetuando disparos de arma de fogo contra os agentes.

Diante da agressão, houve troca de tiros. Durante o confronto, Wesley foi baleado. Ele chegou a ser socorrido com vida e encaminhado ao Hospital João Paulo II, porém não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu logo após dar entrada na unidade hospitalar, conforme confirmaram fontes oficiais.

No interior da residência, os policiais apreenderam a arma de fogo utilizada pelo suspeito, além de entorpecentes que estavam em sua posse. Todo o material recolhido foi devidamente apresentado às autoridades competentes para os procedimentos legais e para reforçar os autos da investigação conduzida pelo Ministério Público.

De acordo com o MPRO, a Operação Audácia 7 tem como objetivo cumprir mandados de busca e prisão contra alvos investigados por envolvimento com o tráfico de drogas e com organizações criminosas que atuam em Porto Velho. A operação integra uma série de ações estratégicas voltadas ao enfrentamento direto do crime organizado no estado.

O nome da operação faz referência à postura dos investigados, que utilizavam redes sociais para ostentar armas, dinheiro e drogas, demonstrando desprezo pela atuação do Estado e uma sensação de impunidade. A ação busca justamente romper essa lógica, enfraquecendo estruturas criminosas e reafirmando a presença do poder público em áreas sensíveis da capital.

As circunstâncias do confronto serão analisadas conforme os protocolos legais, e o caso segue sob acompanhamento das autoridades competentes.

Fonte: Planetafolha


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